"In times like these. In times like those
What will be will be
And so it goes
And it always goes on and on... On and on it goes
And there has always been laughing, crying, birth, and dying
But somehow I know it won't be the same
Somehow I know it will never be the same..."
[Jack Johnson -Times Like These]
Quem vai sempre deixa alguma coisa. Quem fica sempre fica com algo de quem foi. E assim a vida segue. Segue? Bom, algumas estagnam naquele ponto entre um adeus e uma certa esperança de que tudo volte a ficar bem. Outras seguem rápidas demais. A verdade é que ninguém sabe o tempo certo que se tem que ter para esquecer alguém que é especial. E assim seguem as pessoas de coração partido.
Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão... Soa a música de tempos atrás. É nada é fácil. Nada vem fácil. E quando vem, desconfiamos. Por quê? Porque somos assim: cismado com o que é simples e fácil. Difícil de acreditar que coisas simples são realmente simples.
Mas esse não é pra ser um texto saudosista. Nem tão pouco triste. É pra ser um texto reflexivo no que diz respeito às coisas que realmente são importantes: o que se aprende e o que se sente durante qualquer tipo que seja de relacionamento, amizade, amor... Porque é isso que levamos sempre.
Alguns resolvem acumular tristezas e decepções. Lembrar e relembrar o quão doloroso foram certas experiências. Outros preferem lembrar das coisas boas, não esquecendo as ruins. Pois tudo nos ensina. Tudo vale a pena. Tudo serve como escola. Um tombo nos ensina a levantar. Um tropeço a nos equilibrar. Um sorriso, a sermos felizes.
Felicidade! Palavra bonita, tanto almejada. Poucos conseguem senti-la como deve ser. Muitos a perseguem e teimam em dizer que apenas a terão se tiverem alguém. A maioria esquece, quando cresce, que ela sempre teve moradia dentro de si. Coisas da vida! Os tombos, os tropeços, as decisões de adultos fazem muitos de nós perdemos a simplicidade de ver e sentir as coisas quando como éramos crianças. Que idade mental é essa afinal? “Velho”?! Não! Não mesmo! Conheço varias pessoas com idade que são tão mais jovens que eu. Que sabem ser felizes nas coisas simples. E valorizam cada segundo que possuem e ganham de presente!
Tudo que levamos são lembranças. O resto fica para quem vier depois. Mas se você souber conservar boas lembranças, aprender com os tombos e tropeços e reescrever sua historia sempre que preciso, terá a felicidade sempre junto e com você.
Edu Grabowski
Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão... Soa a música de tempos atrás. É nada é fácil. Nada vem fácil. E quando vem, desconfiamos. Por quê? Porque somos assim: cismado com o que é simples e fácil. Difícil de acreditar que coisas simples são realmente simples.
Mas esse não é pra ser um texto saudosista. Nem tão pouco triste. É pra ser um texto reflexivo no que diz respeito às coisas que realmente são importantes: o que se aprende e o que se sente durante qualquer tipo que seja de relacionamento, amizade, amor... Porque é isso que levamos sempre.
Alguns resolvem acumular tristezas e decepções. Lembrar e relembrar o quão doloroso foram certas experiências. Outros preferem lembrar das coisas boas, não esquecendo as ruins. Pois tudo nos ensina. Tudo vale a pena. Tudo serve como escola. Um tombo nos ensina a levantar. Um tropeço a nos equilibrar. Um sorriso, a sermos felizes.
Felicidade! Palavra bonita, tanto almejada. Poucos conseguem senti-la como deve ser. Muitos a perseguem e teimam em dizer que apenas a terão se tiverem alguém. A maioria esquece, quando cresce, que ela sempre teve moradia dentro de si. Coisas da vida! Os tombos, os tropeços, as decisões de adultos fazem muitos de nós perdemos a simplicidade de ver e sentir as coisas quando como éramos crianças. Que idade mental é essa afinal? “Velho”?! Não! Não mesmo! Conheço varias pessoas com idade que são tão mais jovens que eu. Que sabem ser felizes nas coisas simples. E valorizam cada segundo que possuem e ganham de presente!
Tudo que levamos são lembranças. O resto fica para quem vier depois. Mas se você souber conservar boas lembranças, aprender com os tombos e tropeços e reescrever sua historia sempre que preciso, terá a felicidade sempre junto e com você.
“Só quem sabe o que deseja pode aprender algo...”
– CONFÚCIO –
– CONFÚCIO –
Edu Grabowski


3 comentários:
Não há como esquecer nenhum tipo de experiência, nem boa, nem ruim. Só que algumas são mais marcantes, por serem boas demais ou ruins demais. Essas ficam. Mas mesmo q as mto ruins não sejam esquecidas, é possível superar, perdoar. Só é preciso querer de verdade.
Pessoas sempre nos marcam, mas somos nós quem nos deixamos marcar...
Belas palavras, como sempre!
Abraço
merci! =)
as pessoas sempre nos marcam, de alguma forma... sempre!
beijos dra!
gostei mto q passou por aqui!
=)
jj =]
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